A escolha da plataforma de pagamento deixou de ser um detalhe técnico para se tornar uma decisão estratégica de qualquer loja online portuguesa. Em 2026, com o MB WAY consolidado como o método mais usado no comércio eletrónico, o Multibanco ainda a pesar num quarto das compras e a Europa a preparar uma rede própria de pagamentos instantâneos, a pergunta certa já não é apenas “qual cobra menos”, mas, sim, qual oferece os métodos que os clientes portugueses esperam ver no checkout — e que evita o abandono do carrinho.
Num mercado em que mais de 5,8 milhões de portugueses já compram online, segundo o Barómetro e-Commerce da Marktest, oferecer o meio de pagamento errado pode custar a venda no último clique. Este artigo analisa as plataformas mais relevantes para o e-commerce nacional, compara custos e funcionalidades, e explica o que vai mudar nos pagamentos europeus já a partir deste ano.
O que é uma plataforma de pagamento e porque é decisiva no e-commerce?
Uma plataforma de pagamento — também designada gateway ou agregador de pagamentos — é o serviço que liga a loja online aos sistemas bancários e às redes de cartões, permitindo receber dinheiro dos clientes de forma segura. Na prática, é a camada que processa a transação, valida o pagamento, comunica a confirmação à loja e transfere os fundos para a conta do comerciante.
A sua importância é direta e mensurável: a falta de métodos de pagamento é uma das principais causas de abandono de carrinho. Em Portugal, esse risco é particularmente sensível porque o consumidor tem hábitos muito enraizados — quem está habituado a pagar por referência Multibanco ou a confirmar a compra no telemóvel com o MB WAY tende a desistir quando essas opções não aparecem no checkout. Por isso, mais do que a comissão por transação, o critério decisivo costuma ser a cobertura de métodos locais.
A escolha certa influencia três indicadores que qualquer gestor de e-commerce acompanha: a taxa de conversão (mais métodos, menos desistências), o custo operacional (comissões, mensalidades e taxas escondidas) e a experiência do cliente (checkout rápido, sem redirecionamentos desnecessários e otimizado para telemóvel).
Que métodos de pagamento preferem os consumidores portugueses em 2026?
Em Portugal, o comércio eletrónico assenta numa combinação muito particular de métodos, que distingue o mercado nacional de quase todos os outros na Europa. Conhecer esta hierarquia é o primeiro passo para escolher a plataforma certa.
- MB WAY — É o método que mais cresce e, segundo o Barómetro e-Commerce da Marktest, tornou-se a forma de pagamento mais utilizada pelos portugueses nas compras online. A SIBS aponta-lhe uma quota a rondar os 45% das transações de e-commerce. Ultrapassou os 6 milhões de utilizadores, o que corresponde a cerca de três quartos da população bancarizada.
- Multibanco (referência) — Com quatro décadas de mercado e uma confiança praticamente universal, mantém-se essencial. Estudos recentes do setor atribuem-lhe cerca de 25% das transações online. É insubstituível para o segmento de clientes que prefere não introduzir dados de cartão num site.
- Cartão de crédito e débito (Visa/Mastercard) — Continua a ser o pilar das vendas internacionais e a opção em que muitos consumidores dizem sentir-se seguros, embora em Portugal seja frequentemente preterido face ao MB WAY e ao Multibanco no contexto online.
- PayPal — Muito usado por quem compra a lojas estrangeiras ou vende para fora, surge consistentemente entre as preferências do consumidor português, sobretudo pela confiança e proteção ao comprador.
- BNPL (“Compre Agora, Pague Depois”) — Soluções de pagamento fracionado (como Cofidis Pay, Klarna ou parcerias bancárias) ganham terreno, sobretudo em categorias de ticket médio mais elevado, ao aumentar a conversão e o valor médio da encomenda.
Quais as melhores plataformas de pagamento em Portugal em 2026?
Não existe um vencedor absoluto. A seleção que se segue privilegia o valor real para uma loja a operar em Portugal — disponibilidade dos métodos locais, facilidade de integração, robustez, qualidade do suporte e capacidade de acompanhar o crescimento do negócio — em detrimento da simples notoriedade internacional. É por isso que algumas soluções nacionais surgem ao nível, ou à frente, de plataformas globais.
Eupago — a referência nacional para o checkout português
Instituição de pagamento regulada e supervisionada pelo Banco de Portugal (registo n.º 8709), a Eupago é uma das maiores fintechs portuguesas e foca-se exatamente nos métodos que mais pesam no mercado nacional: Multibanco, MB WAY, cartões Visa/Mastercard, Payshop, débito direto e pagamento fracionado. Inclui funcionalidades operacionais pensadas para reduzir o abandono — notificações em tempo real, reembolsos automáticos, lembretes de pagamento e um sistema de failover que permite ao cliente escolher outro método se o pagamento falhar. Integra com as principais plataformas (WooCommerce, Shopify, PrestaShop, Magento/Adobe Commerce, Jumpseller) e liquida os pagamentos ao primeiro dia útil seguinte. É a escolha natural para lojas cuja prioridade é o mercado português.
easypay — flexibilidade e leque alargado de métodos
Também portuguesa e orientada para e-commerce, marketplaces e faturação, a easypay combina posicionamento local com uma oferta ampla: MB WAY, Referência Multibanco, Visa e Mastercard, Apple Pay, Google Pay, Samsung Pay, débito direto e IBAN digital. Suporta cobranças recorrentes por MB WAY (úteis para subscrições) e split payments para marketplaces, com integrações para WooCommerce, Shopify, PrestaShop, Magento e VTEX. É uma boa opção para quem quer centralizar muitos métodos numa única integração e escalar com apoio técnico em português.
IfthenPay — multicanal e dominante no ecossistema WooCommerce
Uma das gateways portuguesas mais usadas pelas lojas online nacionais, a IfthenPay tem presença particularmente forte no ecossistema WordPress/WooCommerce, onde mantém um plugin oficial amplamente adotado. Disponibiliza um leque completo de métodos — referências Multibanco, MB WAY, Payshop, cartões de crédito e débito, Apple Pay, Google Pay, Cofidis Pay (BNPL), PINPAY e PIX (para clientes com conta bancária brasileira) — e distingue-se pela abordagem multicanal: o cliente pode pagar em terminais Multibanco, homebanking, MB Spot, telemóvel, TPA, agentes Payshop ou lojas CTT. Inclui notificações em tempo real (e-mail, app, callback ou webservice), pay by link, geração de referências a partir do backoffice ou da app móvel, e a solução ifthenpay.me para receber pagamentos por QR Code sem TPA. Transfere diariamente o valor das referências pagas, deduzido do custo do serviço, e emite fatura mensal. É uma escolha muito sólida para lojas focadas em Portugal que valorizam amplitude de métodos e uma integração madura em WordPress.
Stripe — a potência técnica para vendas internacionais
A Stripe é a referência para quem valoriza flexibilidade de programação e alcance global, com suporte a mais de 100 métodos de pagamento e dezenas de moedas. Em Portugal, aceita MB WAY e Multibanco além de cartões internacionais, sem mensalidade fixa no plano base e com faturação detalhada. A contrapartida é exigir maior trabalho de integração e documentação técnica, o que a torna mais indicada para negócios com equipa de desenvolvimento ou forte componente de exportação. Excelente em prevenção de fraude e conformidade PSD2.
Mollie — a europeia simples e moderna
De origem neerlandesa, a Mollie ganhou relevância em Portugal precisamente por já suportar MB WAY e Multibanco, juntando-os a cartões, métodos europeus e uma integração reconhecidamente fácil. É uma alternativa interessante para negócios que querem uma solução europeia limpa, com bom dashboard e capacidade de crescer para outros mercados da UE sem trocar de fornecedor.
REDUNIQ — força no omnicanal
Solução da UNICRE, a REDUNIQ é particularmente relevante para empresas que precisam de articular loja online e operação física. Aceita cartões nacionais e internacionais, MB WAY, Apple Pay e Google Pay, com foco na conversão e na redução do abandono. É uma escolha forte para retalhistas com presença física e digital que querem unificar pagamentos. Em alguns planos pode aplicar custo de adesão e mensalidade — convém confirmar as condições em vigor.
PayPal — confiança internacional e proteção ao comprador
Uma das maiores plataformas mundiais, o PayPal é amplamente usado em Portugal por lojas com público estrangeiro ou que vendem para fora. A criação de conta é gratuita para o consumidor e o seu maior trunfo é a confiança: o cliente paga sem expor dados bancários ao vendedor. Para o comerciante, funciona melhor como método complementar do que como gateway principal numa loja focada no mercado interno, dado que não cobre Multibanco nem MB WAY.
SIBS — a infraestrutura por trás de tudo
Vale a pena lembrar que MB WAY e Multibanco são geridos pela SIBS, que disponibiliza também os seus próprios serviços de aceitação para comerciantes (SIBS Gateway / SIBS Pay). Mesmo quando se usa uma Eupago, easypay, Stripe ou Mollie, é a rede da SIBS que está, em última análise, a processar os pagamentos nacionais — um detalhe que ajuda a perceber por que razão estes métodos são tão fiáveis no contexto português.
Plataformas de pagamento para e-commerce em Portugal (2026)
Comparação de métodos locais, pontos fortes e perfil de loja recomendado.
| Plataforma | Origem / regulação | MB WAY + Multibanco | Pontos fortes | Indicada para |
|---|---|---|---|---|
| Eupago | Portuguesa Banco de Portugal, n.º 8709 | Sim, nativo | Foco no mercado PT, failover, reembolsos automáticos, BNPL | Lojas focadas em Portugal |
| easypay | Portuguesa | Sim, nativo | Leque alargado de métodos, recorrências, split payments | Marketplaces e multimétodo |
| IfthenPay | Portuguesa | Sim, nativo | Multicanal, plugin WooCommerce maduro, pay by link, Payshop/Cofidis/PIX | Lojas PT, ecossistema WordPress/WooCommerce |
| Stripe | Internacional EUA / Irlanda | Sim | Flexibilidade técnica, alcance global, antifraude | Vendas internacionais, equipas técnicas |
| Mollie | Europeia Países Baixos | Sim | Integração simples, dashboard moderno, escala UE | PME que querem simplicidade europeia |
| REDUNIQ | Portuguesa UNICRE | SimMB WAY incluído | Omnicanal, articulação loja física + online | Retalho omnicanal |
| PayPal | Internacional EUA | Não | Confiança global, proteção ao comprador | Método complementar / vendas externas |
Tabela elaborada pelo Ecommerce Para Todos com base em informação pública das plataformas (2026). A disponibilidade de métodos e as condições comerciais podem variar consoante o plano e devem ser confirmadas junto de cada fornecedor.
Quanto custam as plataformas de pagamento em Portugal?
Os custos dividem-se, normalmente, em três componentes: comissão por transação (uma percentagem mais uma parcela fixa), eventuais mensalidades ou custos de adesão, e taxas adicionais (reembolsos, chargebacks, conversão cambial). Os valores abaixo são indicativos, não incluem IVA salvo indicação em contrário e devem ser sempre confirmados no preçário atualizado de cada plataforma, já que mudam com frequência.
- Eupago — Nos pagamentos com cartão Visa/Mastercard pratica um tarifário a partir de 1,5% + 0,20 € por transação (acresce IVA). Para Multibanco e MB WAY aplica uma tarifa mista, que varia consoante o montante. Não exige, na maioria dos casos, mensalidade fixa, embora alguns serviços tenham mínimos mensais. Liquidação ao 1.º dia útil seguinte.
- Stripe — Sem mensalidade no plano base. As taxas para cartões europeus rondam 1,5% + 0,25 € por transação; MB WAY e Multibanco têm tarifários próprios e o débito direto SEPA situa-se em torno de 0,8%. Modelo pay-as-you-go, com possibilidade de preços personalizados por volume.
- easypay — Modelo por transação, com tarifários específicos por método. As condições dependem do volume e do pacote contratado; convém pedir proposta.
- IfthenPay — Modelo por transação/serviço, com tarifário por método e transferência diária dos valores pagos (deduzido o custo do serviço), faturado mensalmente. Sem custo para o cliente final. Condições a confirmar no tarifário em vigor.
- Mollie — Cobrança por transação, sem mensalidade obrigatória, com tabela por método (cartão, MB WAY, Multibanco, métodos europeus).
- REDUNIQ — Em alguns planos pode incluir custo de adesão e mensalidade (sujeitos a campanhas), além da comissão por transação. Indicada confirmar as condições em vigor.
- PayPal — Sem mensalidade no modelo base; comissões por transação tipicamente entre ~1,9% e ~3,4% + parcela fixa, variáveis conforme o tipo de pagamento e o volume.
Uma nota importante: as comissões que os bancos cobram aos consumidores nas transferências MB WAY (limitadas por lei desde o Decreto-Lei n.º 72/2024) não são o custo do comerciante. O que a loja paga é a comissão da plataforma/gateway, não a taxa que o cliente possa ter na sua app. São coisas distintas e é frequente confundir-se.
Como escolher a plataforma de pagamento certa para a sua loja?
A decisão deve partir do perfil do negócio, e não da plataforma mais badalada. Alguns critérios práticos:
- Onde estão os seus clientes? Se vende sobretudo em Portugal, MB WAY e Multibanco nativos são inegociáveis — privilegie soluções nacionais ou europeias que os integrem bem. Se exporta, valorize alcance internacional e multimoeda (Stripe, PayPal, Mollie).
- Que plataforma de e-commerce usa? Confirme que existe módulo ou plugin oficial para o seu sistema (WooCommerce, Shopify, PrestaShop, Magento, Jumpseller). Uma integração nativa poupa tempo e reduz erros.
- Qual é o seu volume? Para volumes elevados, negoceie comissões personalizadas. Para começar, prefira soluções sem mensalidade e com pay-as-you-go.
- Precisa de funcionalidades específicas? Subscrições e pagamentos recorrentes, split payments para marketplace, BNPL, pay by link ou faturação integrada podem ser determinantes.
- Que apoio técnico tem disponível? Suporte em português e em horário alargado é uma vantagem real quando uma falha no checkout significa vendas perdidas. Verifique também os relatórios de disponibilidade (uptime) do serviço.
- Transparência de custos. Desconfie de taxas escondidas: peça o tarifário completo, incluindo reembolsos, chargebacks e conversão cambial.
O que muda nos pagamentos em Portugal e na Europa em 2026?
2026 é, provavelmente, o ano mais relevante da última década para os pagamentos europeus — e isso terá impacto direto no e-commerce português.
A grande novidade é a aproximação entre a aliança EuroPA — que junta o MB WAY (SIBS), o espanhol Bizum, o italiano Bancomat Pay e o nórdico Vipps MobilePay — e a iniciativa Wero, a carteira digital pan-europeia desenvolvida pela European Payments Initiative (EPI) e já em uso na Alemanha, França e Bélgica, com dezenas de milhões de utilizadores. Em fevereiro de 2026, estas soluções assinaram um Memorando de Entendimento para acelerar pagamentos transfronteiriços interoperáveis, reforçando a soberania europeia face à dependência da Visa e da Mastercard.
O calendário anunciado prevê transferências instantâneas entre particulares (P2P) entre os 13 mercados envolvidos até ao final de 2026, seguidas dos pagamentos em comerciantes (online e em loja) até ao final de 2027. A interoperabilidade entre MB WAY, Bizum e Bancomat já está operacional desde março de 2025, permitindo a milhões de utilizadores enviar e receber dinheiro entre Portugal, Espanha, Itália e Andorra.
Para o lojista português, a leitura estratégica é simples: o MB WAY deixará de ser apenas um método nacional e passará, gradualmente, a ser uma porta de entrada para clientes de toda a Europa. As plataformas que hoje integram bem o MB WAY estarão naturalmente melhor posicionadas para acompanhar esta evolução. Acresce ainda, no horizonte, o debate sobre o euro digital do Banco Central Europeu, que poderá redesenhar o ecossistema a médio prazo.
Perguntas frequentes (FAQ)
Não há uma resposta única. Para lojas focadas no mercado português, a Eupago e a easypay destacam-se por integrarem nativamente Multibanco e MB WAY com forte suporte local. Para operações internacionais ou que exigem flexibilidade técnica, a Stripe e a Mollie são referências. A melhor escolha depende do público-alvo, do volume e dos métodos que os clientes preferem.
Sim. O MB WAY é já o método mais utilizado pelos portugueses nas compras online, com uma quota a rondar os 45% das transações de e-commerce segundo a SIBS, e é especialmente popular entre os consumidores mais jovens. Uma loja sem MB WAY no checkout arrisca perder uma fatia significativa de vendas.
A plataforma de pagamento (gateway) é o intermediário tecnológico que processa a transação, valida o pagamento e o comunica à loja. O banco gere a conta onde o dinheiro é depositado. Muitas plataformas, como a Eupago, são instituições de pagamento reguladas pelo Banco de Portugal, mas não substituem a conta bancária do comerciante.
O custo para o comerciante é a comissão da plataforma escolhida, normalmente uma tarifa mista (percentagem mais parcela fixa) que varia consoante o montante. Não deve confundir-se com as comissões que os bancos podem cobrar aos consumidores nas transferências MB WAY, que são reguladas por lei e não constituem custo da loja.
Sim. A Stripe suporta MB WAY e Multibanco, além de cartões internacionais e mais de 100 métodos, sem mensalidade fixa no plano base. É especialmente forte para vendas internacionais e negócios com equipa técnica, embora exija mais trabalho de integração do que as soluções nacionais “prontas a usar”.
O Wero é uma carteira digital pan-europeia da European Payments Initiative, criada para concorrer com a Visa e a Mastercard. Em 2026, está a interligar-se com a aliança EuroPA — que inclui o MB WAY — para permitir pagamentos instantâneos em toda a Europa. Para os comerciantes, isto significa que o MB WAY tenderá a tornar-se utilizável também por clientes europeus, ampliando o alcance das lojas portuguesas.
Depende do mercado. Para vendas maioritariamente nacionais, uma plataforma portuguesa ou europeia com Multibanco e MB WAY nativos costuma maximizar a conversão. Para exportação e multimoeda, soluções internacionais como Stripe, Mollie ou PayPal acrescentam alcance. Muitas lojas optam por combinar uma solução local com um método internacional complementar.
Fontes e referências
- SIBS — dados sobre utilização de MB WAY e Multibanco no comércio eletrónico (2025–2026)
- Marktest — Barómetro e-Commerce (universo de compradores online; preferências de pagamento)
- Stripe — documentação e preçário de MB WAY e Multibanco (stripe.com/pricing)
- Eupago — informação institucional e tarifário; registo no Banco de Portugal n.º 8709
- easypay, Mollie, REDUNIQ (UNICRE), PayPal — informação pública das plataformas
- EPI / SIBS / EuroPA — comunicados sobre a interoperabilidade Wero–EuroPA e o Memorando de Entendimento (fevereiro de 2026)
- Banco de Portugal — Portal do Cliente Bancário (preçários de instituições de pagamento)
- Legislação: Decreto-Lei n.º 72/2024, de 21 de outubro (comissões MB WAY)
Os valores de comissões e a disponibilidade de métodos são indicativos e podem variar. Antes de contratar, confirme sempre o preçário e as condições em vigor junto de cada plataforma. Este artigo tem caráter informativo e não constitui aconselhamento financeiro.











